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Dr. Antônio Eduardo Barleta de Almeida
Procurador Geral de Justiça
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O Procurador Geral de Justiça, Antonio Eduardo Barleta de Almeida,
acompanhado do Subprocurador Geral de Justiça - área técnico-administrativa,
Jorge de Mendonça Rocha e do Subprocurador Geral de Justiça, área
jurídico-institucional, Marcos Antonio Ferreira das Neves participou nesta ultima
quinta-feira (8) de café da manhã, seguido de entrevista coletiva a imprensa para o
lançamento da campanha nacional de enfrentamento à violência doméstica e
familiar contra a mulher. Toda a campanha está centrada no objetivo principal
de orientar a garantia do registro da violência sofrida, buscando a efetivação
da Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha.
Conjuntamente ao ato a administração superior do MP efetivou a
instalação do Núcleo especializado na promotoria de justiça do Ministério
Público do Estado do Pará (MPE) que terá dentre outras funções implementar um
cadastro nacional unificado e acompanhar e fiscalizar a implementação do plano
nacional de políticas para as mulheres em todos os municípios de cada Estado da
federação e não apenas onde existe promotoria especializada. No âmbito do MPE o
núcleo da mulher foi criado pela Resolução 005/2011 e está vinculado ao Centro
de apoio Operacional Criminal (CAO/Criminal).
O evento abriu com a exibição aos membros do MPE, servidores e convidados do vídeo denominado “Margarida”. O vídeo em sua abertura alerta para o fato de que a “cada dois minutos cinco (05) mulheres são agredidas no Brasil, e de cada cem (100) mulheres assassinadas 70 (setenta) foram mortas por seus companheiros ou ex-companheiros”.
O evento abriu com a exibição aos membros do MPE, servidores e convidados do vídeo denominado “Margarida”. O vídeo em sua abertura alerta para o fato de que a “cada dois minutos cinco (05) mulheres são agredidas no Brasil, e de cada cem (100) mulheres assassinadas 70 (setenta) foram mortas por seus companheiros ou ex-companheiros”.
Houve entrega a Jornalistas, membros, servidores e convidados de
exemplares da Cartilha intitulada “O Enfrentamento a Violência Doméstica e
Familiar contra a Mulher: Uma construção coletiva”.
“A cartilha é apenas um dos momentos dessa campanha que juntamente com
outros meios de divulgação, objetiva aproximar o Ministério Público da
comunidade, estimulando a população a procurar o promotor de justiça de sua
cidade para efetuar denúncias dos casos de violência contra a mulher, bem como
estimular as mulheres em situação de violência a manterem suas denúncias”,
destacou o procurador geral de justiça, Antonio Eduardo Barleta de Almeida, em
seu discurso de saudação aos presentes.
Segundo o procurador geral Antonio Barleta, a cartilha “é fruto de uma
construção coletiva de representantes dos Ministérios Públicos e representa uma
importante contribuição do CNPG para a construção de uma política institucional
da várias unidades do Ministério Público brasileiro voltada ao enfrentamento
dessa grave violação dos direitos humanos que ocorre muitas vezes de forma
velada, escondida, no âmbito familiar”.
A cartilha torna-se leitura obrigatória para os membros do Ministério
Público, Delegados de polícia, operadores do Direito e para as próprias vítimas
de violência doméstica.
Houve ainda a expedição da Portaria 930/2012 que designou a promotora de
justiça, Lucinery Helena Resende Ferreira, como coordenadora do Núcleo de
Enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher que em seu discurso
agradeceu ao Procurador Geral de Justiça, Antonio Barleta, pelo empenho e o
compromisso de instalar o Núcleo especializado.
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Dr. Lucinery Helena Resende Ferreira,
ladeada
pelos Promotores Ivanilson Rayol e Mário Raul Brasil
da Promotoria de Justiça
do Combate a Violência Doméstica
e Familiar Contra a Mulher
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A promotora Lucinery explicou aos jornalistas presentes que o objetivo
fundamental hoje é interiorizar o núcleo através dos pólos regionais do MPE.
“Vamos com isso criar promotorias especializadas e reforçar abrigos e
delegacias. O nosso Núcleo é um órgão novo e precisamos da imprensa para
divulgar nossas ações”, destacou.
Explicou ainda que o Ministério Público do Estado do Pará (MPE) disponibiliza
dados estatísticos para consultas pela sociedade e que o Ministério Público,
através da promotoria da mulher, vai distribuir cerca de 5 mil exemplares da
cartilha.
Extraído do Texto
de Edson Gillet (Assessoria de Imprensa do MP)
Foto: Edyr Falcão (Assessoria de Imprensa MP), Augusto Nascimento e Nair Araújo (graduandos em jornalismo)
Foto: Edyr Falcão (Assessoria de Imprensa MP), Augusto Nascimento e Nair Araújo (graduandos em jornalismo)


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