O Brasil não guarda uma boa lembrança da última campanha presidencial. A reta final da eleição de 2010, que teve Dilma Rousseff e José Serra na disputa do segundo turno, descambou em alguns momentos para o mais rasteiro debate religioso e para ataques pessoais.
Diante da perspectiva de mais uma corrida eleitoral acirrada, já em clima crescente de tensão, uma cena desta sexta-feira serve de alento -- e pode até servir de exemplo para as eleições de 2014.
Diante da perspectiva de mais uma corrida eleitoral acirrada, já em clima crescente de tensão, uma cena desta sexta-feira serve de alento -- e pode até servir de exemplo para as eleições de 2014.
A presidente Dilma Rousseff, que tentará a reeleição no próximo ano, dividiu palanque nesta sexta-feira com um de seus principais futuros adversários, o senador e pré-candidato à Presidência do PSDB, Aécio Neves (MG), em Uberaba (MG).
Eles estavam na cidade para a abertura da 79ª edição da Expozebu. Durante o encontro, os dois converssaram por alguns minutos. Ambos também estavam convidados para uma feijoada oferecida pelo empresário Jonas Barcelos, dono de um dos maiores rebanhos de gado do país.
Eles estavam na cidade para a abertura da 79ª edição da Expozebu. Durante o encontro, os dois converssaram por alguns minutos. Ambos também estavam convidados para uma feijoada oferecida pelo empresário Jonas Barcelos, dono de um dos maiores rebanhos de gado do país.
O encontro cordial, que foi marcado pelo abraço registrado em fotos, ocorre na sequência de uma série de discursos de Aécio contra a política econômica, entre outras, do governo Dilma.
O último deles ocorreu durante as celebrações do Dia do Trabalho, quando Aécio discursou na festa promovida pela Força Sindical, em São Paulo, e disse que o PT "atenta contra a democracia" e demonstra "pouca capacidade de conviver com as liberdades".
O último deles ocorreu durante as celebrações do Dia do Trabalho, quando Aécio discursou na festa promovida pela Força Sindical, em São Paulo, e disse que o PT "atenta contra a democracia" e demonstra "pouca capacidade de conviver com as liberdades".
Durante seu discurso no 1º de maio, o tucano disse que o Brasil não pode permitir o retorno do "fantasma da inflação" e que o controle dos preços é uma "conquista do PSDB".
Que o debate eleitoral evolua nesse plano, técnico, fora do âmbito pessoal para o qual descambou na última campanha. Será melhor para os candidatos e para o País.
Fonte: 247
Que o debate eleitoral evolua nesse plano, técnico, fora do âmbito pessoal para o qual descambou na última campanha. Será melhor para os candidatos e para o País.
Fonte: 247

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